PSN Games_PSN Games - Jogos, mídias, consoles e acessórios.

Dicas para não errar no seguro da moto

May 12, 2015


Você para com sua custom de R$ 50 mil no semáforo, ao lado de uma esportiva de 600 cc do mesmo valor. Logo percebe que o dono da moto não está sossegado: parece atento a qualquer moto com garupa se aproximando.

Esta insegurança tem fundamento: a carenada de quatro cilindros talvez não seja segurada. Caso tenha uma apólice, é uma exceção à regra: motos mais esportivas, mesmo “0 km”, são caras de segurar, mesmo nas empresas de grande porte. Algumas seguradoras, inclusive, nem mesmo aceitam segurar deste tipo de moto. Os motivos são muitos, como você confere a seguir.

Diversos estilos e tribos

Atualmente, ao contrário do que se possa pensar, as motocicletas pertencem a um grupo de risco razoavelmente baixo. Carlos Silveira, da Rider Seguros, corretora especializada em seguro para motocicletas, relata que os diferentes tipos de motos e “tribos” ditam boa parte do custo para um seguro. As custom, apesar de caras (vide Harleys e estradeiras como a Triumph Bonneville), continuam como a categoria de moto mais acessível para segurar. Geralmente são usadas para lazer, suas peças de reposição têm valor razoável e são menos visadas para roubos.

Esses são fatores que influenciam no baixo valor do prêmio, como é chamado o quanto você paga anualmente para segurar um bem. Além disso, seus donos costumam ter perfil maduro e mais ajuizado. São normalmente indivíduos acima dos 35 anos – o que se traduz em baixos índices de sinistros graves. Uma Harley-Davidson Street Glide Special, por exemplo, uma touring de 1.600 cm³ vendida por R$ 76.900, tem prêmio de irrisórios R$ 2.631 – veja tabela com perfil cotado.

Bigtrails e scooters também mostram perfis tidos como atraentes e acessíveis para segurar. Nakeds ainda mantêm valor razoável, mas o valor do prêmio de suas versões carenadas e esportivas chegam a ser proibitivos.

Dependendo da localidade, o valor de uma apólice de uma superesportiva pode chegar (e até superar) 20% do valor da moto. Isso leva em conta a alta taxa de roubos e também sinistros, bem acima dos tipos mais “pacatos” de motos. Na tabela abaixo há dois exemplos interessantes: Honda CBR 600 RR e Triumph Daytona 675R.

Quem achar a apólice integral cara, existe a possibilidade de segurar apenas 80% do valor venal da moto – com base na tabela FIPE. No caso das custom ou de bigtrails, pode-se inclusive segurar todos os acessórios instalados para que, em caso de roubo, a seguradora faça o ressarcimento do valor gasto com a personalização.

Seguindo a cartilha dos seguros de automóveis, as empresas disponibilizam apólices novas para motocicletas com até dez anos de idade. Boa parte das seguradoras oferece planos específicos para motos menores, de até 500 cm³.

Porém, motos pequenas normalmente carregam onerosas apólices de seguro. Tome como exemplo uma Honda XRE 300, que custa R$ 14.530, e tem prêmio de R$ 3.922. O valor é bem superior se comparado a uma grande big trail como a BMW R 1200 GS (R$ 69.900), com apólice anual de R$ 2.818.

Rastreadores, por sua vez, ainda podem dar desconto de até 10% na hora de fechar um seguro, dependendo da empresa seguradora. Em outras, como a Rider, não há abatimento algum, por conta da facilidade em encontrar o equipamento em uma moto e também da inventividade dos gatunos. Hoje ladrões fazem uso até mesmo de um aparato (apelidado de “capeta”), que inibe o sinal do rastreador.

Perfil conta (muito)  

O perfil do condutor leva em conta diversos fatores, em especial sua idade e o CEP de onde reside. O quanto se roda semanalmente e os locais em que visita com a moto (e seus horários) também são dados importantes para qualquer seguradora colocar o resultado da conta na ponta do lápis.

Quem costuma usar a moto para se locomover até a faculdade, por exemplo, pode esperar por um valor muito maior no prêmio, em função do alto índice de roubos e furtos nestas áreas e seus “bolsões” de estacionamento para motos.

Tempo de habilitação é outro fator avaliado, assim como ocorrências de acidentes anteriores, e até mesmo o fato do segurado ser casado ou não. Segundo Carlos Silveira, motociclista e dono da corretora de seguros Rider, “entendemos que um motociclista solteiro ou mesmo separado tem hábitos diferentes de outro que é casado. Não é mito, é pura estatística!”, explica. E completa: “da mesma forma que hoje, CEPs do ABCD paulista são mais caros para segurar qualquer moto”. Há dois anos, ele relata que a Zona Leste de São Paulo era uma das regiões campeãs em roubos e furtos, situação mais amena atualmente.

A formulação do prêmio anual do seguro também compreende que a faixa etária mais crítica é dos 18 aos 26 anos, começa a melhorar para o bolso após os 30 anos e baixa consideravelmente após 35 anos completos. Quem tem filhos maiores ou próximos de completar 18 anos também sentirá certo aumento no valor do seguro.

Com base neste tipo de informação, e por meio de um minucioso questionário dado ao futuro cliente, as seguradoras analisam o perfil – que vai variar entre baixo e alto risco. Hoje o cruzamento de todos os dados coletados é feito por um software, que calcula o valor da apólice de seguro da moto.

Diferenças que parecem pequenas podem ser primordiais no custo do seguro: “mesmo que você e um amigo tenham uma moto idêntica e morem na mesma rua, é quase impossível de receberem o mesmo valor para segurá-las”, completa Oliveira. Em outras palavras, quanto melhor for o seu perfil (e o da sua inseparável máquina) mais compensador fica fazer um seguro.

Franquia

O valor da franquia de cada moto remete diretamente ao custo de peças e mão-de-obra para o seu reparo, geralmente usando oficinas credenciadas às próprias marcas. Portanto, costuma ser maior em modelos com carenagens e/ou muitos detalhes frágeis.

Danos a terceiros

Na maioria das modalidades de seguros, normalmente há um valor fixado para ressarcir danos a terceiros. Para motos grandes, o valor é fixado em R$ 50 mil e pode chegar a R$ 2 milhões, desde que o segurado solicite este incremento e pague a diferença na apólice. De pouco tempo para cá, algumas seguradoras tem incluído na apólice um valor entre R$ 5 e R$ 10 mil para danos morais. Serve por exemplo, para ressarcir prejuízos do terceiro envolvido em acidente, por conta de veículo sinistrado.

 

Capacete - Capacete limpo é sinal de Saúde

May 8, 2015
Capacete- Capacete limpo é Sinal de Saúde

Equipamento de proteção de uso obrigatório, o capacete pode se transformar em uma incubadora de fungos, bactérias e ácaros que se proliferam em ambientes escuros e úmidos. A grande concentração destes microrganismos pode provocar problemas respiratórios e irritação nos olhos e nas mucosas do nariz e da boca e, em casos extremos, até gerar microtoxinas cancerígenas.

Tudo é uma questão de higiene. Por isso, o  capacete  deve ser comparado a uma roupa íntima:  a gente  nunca empresta e deve ser lavado com sabão neutro. Quem quer mais eficiência na limpeza do equipamento ainda pode recorrer a outros recursos, como a higienização por ozônio, por exemplo, que dura cerca de 30 minutos.

Dentro do casco

Os capacetes são compostos por diversas partes removíveis e laváveis, algo que deve ser feito, segundo os fabricantes, a cada 30 dias no verão e a cada 60 dias no inverno. “Para essa higienização, todos os acessórios removíveis do capacete - forro, narigueira e viseira - precisam ser retirados e lavados em separado. Pode se utilizar água morna, shampoo infantil, sabão neutro ou de coco, ou seja, produtos com Ph Neutro. Conte também com o auxílio de uma escova de cerdas macias”, explica Karin Obertopp, gerente de Marketing da BR Motorsport, importadora e distribuidora dos capacetes da marcas AGV, LS2 e NoRisk. 

Segundo Karin, após a lavagem é só enxaguar com água morna e deixar secar na sombra, lembrando que a exposição ao sol pode reduzir a vida útil dos componentes do capacete. O mesmo pode acontecer ao utilizar água quente, escovões, ou outros instrumentos de cerdas espessas, e produtos abrasivos que comprometem a durabilidade do tecido.

Parte externa

A viseira deve ser lavada à mão apenas com água corrente, especialmente se tiver algum tipo de tratamento (antiembaçante, antirriscos, UV etc). Utilizar sabão ou esponjas em sua limpeza pode danificar as propriedades do mesmo. A secagem também deve ser feita à sombra. É recomendado ainda a aplicação de cera protetora automotiva, a mesma utilizada na lataria dos carros. Depois de limpo – seguindo o mesmo procedimento da viseira –, o casco também pode receber uma camada de cera automotiva, que o protegerá das ações do sol.

Higienização por ozônio 

Os processos tradicionais de limpeza utilizam produtos químicos e procedimentos que não garantem 100% de eficiência na limpeza do capacete. O ozônio, 100% natural, não deixa resíduos ou odores. O recomendável é fazer este tipo de higienização a cada dois meses. A higienização por ozônio elimina riscos de contaminação de doenças, cheiros desagradáveis e oferece uma sensação de estar usando um produto novo, que acabou de sair da caixa. A higienização por ozônio pode ser encontrada em algumas concessionárias e lojas especializadas. 

Fonte: http://www.msn.com/pt-br/carros


 

10 conselhos ao motociclista iniciante

May 5, 2015
A inexperiência tem prazo de validade curto. Quanto mais você pratica, mais você aprende, e pilotar uma motocicleta não foge a esta regra. Acumular quilômetros rodados te dará cada vez mais capacidade de dominar o veículo de maneira automática e segura, quase como se fosse uma extensão de seu corpo. Porém, para facilitar a vida dos que estão começando, coloco aqui 10 dicas e conselhos importantes:

Honda CG 150 Titan CBS 1 - POSICIONAMENTO AO GUIDÃO

No começo, o nervosismo pode resultar em uma postura de pilotagem excessivamente rígida, o que não ajudará em nada a condução. Tente assumir uma posição natural ao guidão – isto já é meio caminho andado para pilotar bem.

Motos também exigem uma boa dose de energia física para serem conduzidas. Então, qual o segredo para alcançar o meio-termo ideal entre o necessário relaxamento e a força para atuar de maneira correta e se sentir “no comando”? Manter ambos joelhos pressionando levemente o tanque e segurar o guidão com firmeza (mas sem exagero) é o ideal para fazer com que moto e condutor formem um conjunto único.

Esse conceito de integrar homem e máquina é a mais manjada e perfeita das regras para levar bem uma moto. Seja nas mudanças de direção, curvas acentuadas ou frenagens, ter sempre em mente que você e a moto devem formar uma só peça fará toda a diferença.

Traje leve para motociclista2 – USE O EQUIPAMENTO CERTO

A lei obriga a usar capacete. O bom senso manda usar luvas, calçados de cano alto e um traje – calça e jaqueta – com proteções nos pontos cruciais. Mas não exagere. Se você está começando a pilotar uma moto pequena, usar um macacão de couro igual ao do Valentino Rossi só irá atrapalhar seu aprendizado.

Visto que as primeiras centenas de quilômetros ao guidão devem obrigatoriamente ser percorridas em baixas velocidades, o grau de proteção dos seus trajes pode ser leve, para que haja conforto.

Capacetes abertos, os chamados tipo “Jet”, sem proteção para o queixo, são menos seguros em caso de uma queda, mas bons para evitar a claustrofobia nos treinos em baixa velocidade. Botas de cano alto sem solas exageradamente grossas são aconselháveis para “sentir” melhor os comandos de câmbio e freio traseiro, e o mesmo vale para luvas, que não precisam ser grossas demais para não anularem a necessária sensibilidade nas mãos.

Honda CG 150 Titan CBS3 – SAIBA FREAR

A maioria das moto-escolas ensina que é o freio traseiro que manda nas frenagens, e ao dianteiro cabe um mero papel de coadjuvante. Este é um erro grave. Na vida real, para parar de verdade é o freio dianteiro que deve ser usado com maior intensidade.

Para aprender os segredos de como frear bem, procure uma rua tranquila, um pátio de estacionamento vazio ou qualquer lugar onde você esteja seguro para repetir frenagens em baixa velocidade, alternando o uso dos freios dianteiro e traseiro até entender como cada um atua. Logo você perceberá que o melhor resultado será conseguido ao aplicar cerca de 70% da força de frenagem na dianteira, deixando ao freio traseiro apenas a função de equilibrar a moto na desaceleração. Veja mais informações no Guia Prático do G1.

pneu moto4 – CUIDE DOS PNEUS

Motocicletas em movimento têm apenas duas pequenas áreas de contato com o solo, os pneus. Por isso, é muito importante cuidar bem deles. Pneus de má qualidade ou desgastados afetam de maneira brutal a dirigibilidade. Escolher marcas boas (dê preferência ao equipamento padrão com o qual a moto sai da fábrica) e não alterar as medidas recomendadas são as regras a serem seguidas.

Outra atitude obrigatória é respeitar a recomendação estabelecida pelo fabricante para a pressão, lembrando sempre que a medida correta será sempre obtida com os pneus frios, uma vez que o natural aquecimento devido ao atrito com a pavimentação altera a medição.

Uma pressão abaixo da especificada pelo fabricante deixa as respostas da motocicleta mais lentas, aumenta o consumo tanto de pneus quanto do combustível e, em casos mais graves, pode provocar danos às carcaças dos pneus, comprometendo a segurança. A pressão excessiva torna a moto arisca demais, instável na transposição de qualquer defeito do pavimento, e diminui ainda mais a já pequena área de contato com o solo.

Frota de motos em Piracicaba é muito maior do que o número de vagas5 - APRENDA A ESTACIONAR

Aprender a estacionar sua motocicleta de maneira correta pode evitar problemas e cenas constrangedoras. Quando o piso é plano e regular, sem degraus ou imperfeições, não há muito segredo. Seja com o cavalete lateral ou com o central, o sucesso da operação é quase sempre garantido. Porém, o mundo não é todo planinho e nem sempre a fresta que você achou para estacionar tem um piso perfeito.

Regra número zero é jamais estacionar sua moto em uma via íngreme com a roda dianteira embicada no meio-fio, uma vez que, na hora que você precisar sair, empurrar a moto para trás pode resultar em uma tarefa impossível, digna de Hércules.

Outra arapuca na qual os motociclistas inexperientes caem com frequência é não prestar atenção na inclinação da via e escolher estacionar de maneira tal que o cavalete lateral não consiga deixar a moto em um ângulo estável. Tanto muito em pé quanto muito deitada resulta em problemas. No primeiro caso, qualquer esbarrão pode derrubá-la; no segundo, ela ficará inclinada demais exigindo força exagerada para ser colocada em posição de partida.

Uma dica importante nesses estacionamentos em locais íngremes é deixar a primeira marcha engatada, o que funcionará como um freio de estacionamento. Já quanto a usar o cavalete central, a regra é simples: nas ruas íngremes a roda dianteira deve estar apontada para a parte mais elevada da via, mas não de modo a tornar a tarefa de tirá-la do cavalete algo impossível.

6 – LEMBRE-SE DAS TRAVAS E CAVALETE

É mais comum do que se imagina que a pressa e a distração acabem provocando pequenos acidentes que podem ter consequências nem tão pequenas assim. Nos referimos ao eventual esquecimento de recolher o cavalete lateral ao sair ou deixar de retirar travas antifurto.

Tanto em um como em outro caso, o dano pode ser apenas material, com um arranhão cá ou uma entortada lá, mas às vezes um cavalete esquecido aberto pode fazer com que você perca o controle de sua moto em uma curva. Como evitar isso? Sendo atento e criando procedimentos, rituais que você deve incorporar ao seu dia a dia no guidão.

7 – SEMPRE SINALIZE

Usar pisca-pisca é fundamental não só para a segurança do motociclista como também dos restantes usuários da via, sejam eles outros condutores de veículos ou pedestres. Aliás, quanto mais você usá-los, maior será a segurança geral. Pisca-pisca não gasta, não dói e ao contrário da buzina, não chateia ninguém. Seja para uma simples mudança de faixa em uma avenida, para entrar em uma via transversal ou fazer uma conversão, usar o pisca-pisca é quase como convocar um anjo da guarda suplementar.

Do mesmo modo que você deve se acostumar a usá-lo com frequência, deve habituar-se a desligá-lo, uma vez que apenas algumas motos – todas elas grandes e caras – possuem sistemas de desarme automático como nos automóveis.

8 - SEJA VISTO

Dar preferência a trajes de cores chamativas é algo que ajuda muito a segurança do motociclista. Caso prefira jaquetas de cores escuras (que sujam menos), avalie com carinho o uso de coletes ou ao menos as faixas de material reflexivo, que vão fazer te deixar visível quando o farol de outros veículos apontar para você.

Outro fator fundamental da segurança do motociclista é jamais descuidar das lâmpadas: infelizmente a maioria das motocicletas ainda usa uma só lâmpada na lanterna traseira – e ainda por cima de filamento único e incandescente. Ou seja, quando queima, a escuridão é total. Ter lâmpadas de reserva e saber como fazer troca é um dever. O mesmo vale para as lâmpadas de pisca-pisca e de farol.

Guia Prático: Pilotar moto na terra é mais do que ficar em pé9 - “LEIA” O PAVIMENTO

Infelizmente, o Brasil é um país onde a maioria das cidades tem uma pavimentação péssima, quando tem. Com vimos no item “pneus”, motocicletas são sensíveis por conta da pequena área de contato com o solo.

Um motociclista iniciante tem como tarefa aprender a “ler”o chão à sua frente e saber se comportar ao guidão conforme o caso. No asfalto liso e seco não há problemas. Porém, asfalto brilhando demais faz a moto reagir de um jeito, asfalto claro demais, de outro, rugoso demais, outro ainda. E o que dizer dos pisos de paralelepípedo, bloquete, das “estradas de chão” ou de rodar nas cidades praianas onde areia solta é algo comum?

Sair dessa sinuca de bico requer uma e uma só coisa: muuuuita atenção! Olhar sempre para onde sua roda “pisará” é a lei para não se ver de pernas para o ar sem mais nem menos.

Moto no trânsito - visibilidade10 - POSICIONAMENTO NA PISTA

Motos são pequenas, rápidas e muitas vezes os outros usuários da via simplesmente não as veem. Seja previdente e busque posicionar-se de maneira muito visível.

Andando atrás de automóveis, evite os que tem vidros escurecidos, que te impeça de ver o que está à frente dele. Além disso, tente ficar em uma posição onde você enxergue nos espelhos retrovisores os olhos do motorista, pois se você está vendo os olhos dele, ele estará te vendo também.

Em estradas ou vias expressas, tente rodar a uma distância de pelo menos dois ou três “carros” do veículo à frente (12 a 15 metros). Quanto maior a velocidade, maior deve ser o espaço, garantindo a você tempo de reação em uma emergência.

Outra regra “de ouro” é rodar seguindo a trilha dos pneus do veículo à frente, especialmente em piso molhado. Ali haverá menos água, além de ser menor a chance de atropelar um objeto solto na estrada.

Fotos: Caio Kenji/G1; Reprodução/EPTV; Reprodução/G1.

 
Nutra Health_Gojiberry burn
Sépha_Liquidação de perfumes importados